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PROTEJA SUA REPUTAÇÃO ACADÊMICA: APRENDA A EVITAR O PLÁGIO

O principal motivo pelo qual ocorre plágio em manuscritos não é a intenção de desonestidade, mas sim a falta de conhecimento. 

Por isso, seis em cada dez estudantes acabam plagiando em seus trabalhos acadêmicos, e quatro em cada dez manuscritos submetidos por pesquisadores contêm partes plagiadas.

E agora muitos caem também na verificação de texto feito por IA…

Uso de Inteligência Artificial e a Detecção de texto gerado por IA...

A chegada de ferramentas como as que você vê acima e outras transformou a escrita científica trazendo produtividade, mas também novos desafios éticos. Hoje, universidades, bancas e periódicos já utilizam sistemas para identificar textos criados por IA e proteger a autoria dos trabalhos acadêmicos. Por isso, compreender como funcionam essas ferramentas e como garantir a originalidade do seu texto é essencial para evitar problemas na submissão ou defesa do seu trabalho.

Como Funciona os Detectores e Quais os Principais Riscos?

Os detectores analisam padrões linguísticos, estrutura, previsibilidade e até a uniformidade do texto para estimar se ele foi gerado por IA. Existem hoje muitas plataformas que avaliam pontos que “perplexidade”, “burstiness” e outros marcadores de artificialidade, podendo sinalizar tanto trechos autênticos quanto textos realmente robotizados.

Atenção: Nenhuma ferramenta é infalível, falsos positivos são comuns, principalmente em textos bem escritos, objetivos ou excessivamente formais. O e-book ensina como interpretar os relatórios e corrigir possíveis problemas sem perder a sua voz autoral.

Descubra O Que Denuncia Que Seu Texto Foi Gerado Por IA

Muitos textos acadêmicos parecem impecáveis à primeira leitura, mas pequenos detalhes podem revelar uma origem artificial, mesmo para olhos treinados. O que poucos sabem é que existem 18 características específicas que especialistas analisam para descobrir se um texto foi realmente escrito por um humano ou por uma IA.

Nesse e-book, você terá acesso a essa lista exclusiva e aprenderá a observar cada uma dessas nuances. São pistas discretas, quase invisíveis para a maioria, mas que podem fazer toda a diferença na hora de avaliar, corrigir ou defender a originalidade de um trabalho.

Com esse conhecimento, você será capaz de identificar se qualquer texto foi ou não gerado por IA, e também saberá como proteger a autenticidade da sua própria escrita.

Mas Afinal: O que é Considerado Plágio?

[CONTEÚDO DO E-BOOK]

pla·gi·ar

“roubar e fazer passar (as ideias ou palavras de outra pessoa) como se fossem suas : usar (a produção de outra pessoa) sem creditar a fonte”.

As raízes da palavra

“Plágio (e plágio ) vem do latim plagiarius “sequestrador”. Esta palavra, derivada do latim plaga (“uma rede usada pelos caçadores para apanhar caça”), alargou o seu significado em latim para incluir uma pessoa que roubava as palavras, em vez dos filhos, de outra pessoa”(1).

Muito se fala sobre plágio nos meios acadêmicos. No entanto, poucos sabem a real definição do conceito e quais são os seus tipos mais frequentes. Odesconhecimento leva jovens cientistas a cometerem este erro, ao mesmo tempo que assombra aqueles que não o cometeram.

   Em 2018, a Turnitin e a consultoria acadêmica Data14 realizaram uma pesquisa na Unicamp para avaliar o entendimento dos alunos sobre plágio e má conduta acadêmica. O estudo revelou que a maioria dos alunos chega à universidade sem conhecimento sobre plágio, com apenas 13% tendo aprendido algo sobre o tema na escola. Esses resultados apoiaram na época a criação de uma política de integridade acadêmica na Unicamp, que inclui educação sobre boa conduta, investigação e punição de casos de má conduta, com o apoio de 91,5% dos alunos(2).

     Com base na definição do termo “plagiar”, vamos discutir alguns casos para que você possa entender o conceito de forma prática, mas antes veja essas duas notícias…

Nem a Universidade de Harvard escapa da nova técnologia Antiplágio

“O caso mais recente e barulhento ocorreu no início do ano, quando a então reitora da ultraprestigiada Universidade Harvard, nos Estados Unidos, foi acusada de copiar dissertações pregressas, sem que qualquer remissão a seus autores fosse feita… …teria recorrido ao embuste no período em que foi estudante da graduação e também durante a obtenção do diploma de PhD, em 1997.”

Matéria extraída do site: https://veja.abril.com.br/mundo/escandalo-em-harvard-e-ia-reacendem-debate-sobre-plagio-no-meio-academico

A UNICAMP fez uma pesquisa com 958 alunos e descobriu que 87% não sabia o que era plágio

“Recebemos 958 respostas, 35% de estudantes da graduação e 65% da pós-graduação, com uma divisão homogênea em termos de sexo e participação de todas as áreas. Na graduação, 48% já tinham feito ou faziam iniciação científica. A maioria acha que o plágio não é intencional, com justificativas como falta de tempo, de planejamento, dificuldades para escrever e desconhecimento das regras. Mais de 90% concordam que é importante a Unicamp ter uma política de integridade acadêmica.

SUGIMOTO, L. Só 13% dos ingressantes na UNICAMP sabem o que é plágio. In: Portal da UNICAMP. Comunidade Interna. (Entrevista). 30 out. 2018. Disponível em: <http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2018/10/30/so-13-dos-ingressantes-na-unicamp-sabem-o-que-e-plagio>. Acesso em: 31 out. 2018.

Dando seguimento na explicação…

[CONTEÚDO DO E-BOOK]

 Caso 1: Se você está escrevendo e encontra uma sentença perfeita em outro artigo e pensa: “vou adicioná-la ao meu texto”, ou ainda mais, encontra um parágrafo perfeito com todas as citações, pronto para copiar e colar no seu texto, você cometeu plágio.

 Caso 2: Se você leu um parágrafo muito bom na introdução de um artigo de pesquisa, colocou com as suas palavras, parafraseou, mas citou aquele artigo, você também cometeu plágio.

Caso 3: Se você encontrou uma ideia ou conceito que achou brilhante e adicionou ao seu texto sem citar a fonte, você cometeu plágio.

Caso 4: Se você publicou um artigo em uma revista científica e, algum tempo depois, escreve um novo artigo incluindo várias seções do artigo anterior, como os resultados ou materiais e métodos, sem citar o seu artigo anterior, você também cometeu plágio.

Já dá para ter uma boa noção, mas vamos discorrer sobre esses pontos. Nas minhas pesquisas, encontrei outro artigo com uma recomendação que me deu mais um incentivo para criar este e-book:

A melhor maneira de lidar com o plágio não é na detecção, mas sim na compreensão prévia.

“Na verdade, em vez de se centrar na deteção de plágio, o enfoque em medidas preventivas poderá ter um efeito positivo nas boas práticas científicas num futuro próximo.”

Jereb E, Perc M, Lämmlein B, Jerebic J, Urh M, Podbregar I, et al. (2018) Factors influencing plagiarism in higher education: A comparison of German and Slovene students. PLoS ONE 13(8): e0202252. https://doi.org/10.1371/journal.pone.0202252

Finalizando a explicação…

[CONTEÚDO DO E-BOOK]

 No caso 1, temos a típo classico: copia e cola. Nesta situação não há muita duvida se houve plagio ou não. Aprendemos desde os bancos escolares, que não podemos apenas copiar e colar. Sabemos que essa é uma atitude desonesta, semelhante a “colar” em uma prova. Mas você pode se perguntar e as citações diretas? São muito bem aceitas nos textos acadêmicos, principalmente nas áreas humanas. Sim, citações diretas são bem vindas, mas apenas quando as aspas as acompanham. Além disso, devemos usar esse tipo de citação com moderação, porque se a maior parte do texto escrito é formado por citações diretas, o texto também pode ser considerado plágio.

 Já no caso 2, não parece tão errado assim, já que você colocou as referencias que voce havia encontrado no texto. No entanto, voce não leu essas referencias, o que voce leu foi o artigo que as citou. Na escrita academica, esse tipo de citação é conhecida como “apud”, quando você cita o artigo que citou outros.

Por exemplo, se o Autor A cita um estudo do Autor B, e você deseja referenciar esse estudo do Autor B, mas não teve acesso direto a ele, você usará “apud” para indicar isso. Ficaria assim:

“Segundo Autor A (apud Autor B, Ano), …”

No entanto, perceba que esse tipo de citação não é visto com bons olhos pelos acadêmicos, justamente porque soa como “preguiça” ou “desleixo” de não consultar as fontes originais. Esse tipo de citação só é feita quando a fonte original é realmente muito difícil de ser encontrada.

E perceba que, neste caso, a sentença foi retirada da introdução. Mas qual é o problema? O problema é que, para que você possa referenciar um artigo, você deve retirar as informações dos resultados. O produto maior de um artigo são os seus resultados; tudo gira em torno deles. Os resultados são originais, enquanto as demais seções são composições e argumentações baseadas em outros artigos. Logo, ao ler um artigo, concentre-se nos resultados para que você possa extrair de lá os dados originais para o seu texto e assim referencie os autores.

Mas você pode se perguntar: “E no caso de revisões bibliográficas, onde não há seções de resultados?” Nestes casos, você pode citar a revisão como fonte. Contudo, é sempre aconselhável que você procure as fontes originais citadas na revisão.

Revisões são importantes para nos auxiliar a encontrar muitos artigos de uma só vez. No entanto, imagine que você teve todo o trabalho de montar experimentos, fazer diversas análises, ler muito, escrever várias e várias vezes até conseguir publicar um artigo. E, quando finalmente consegue publicar, um outro autor descreve seus resultados em uma revisão, e todos começam a citar apenas ele, e não você? Como você se sentiria? Acha que isso é correto? Eu prefiro sempre dar crédito a quem realmente colocou a mão na massa.

Não digo que você nunca deve citar revisões, mas digo que deve fazê-lo com cautela.

Até porque, boas revisões sempre trazem os inputs do autores que leram todos aqueles artigos e tem algo a dizer baseado nessas leituras. Nessas falas estão o ouro, e isso sim, você pode citar com propriedade.

Outra razão pela qual você sempre deve ler as informações no artigo de origem é que muitas vezes ocorrem equívocos, e nem sempre todas as referências e citações são conferidas antes dos artigos serem publicados. Logo, podem haver casos de confusões dos autores, de trocarem referências ou até mesmo, por má fé, de colocar uma referência aleatória ou que não era a fonte original do dado. Consequentemente, você acaba se prejudicando por reproduzir um erro dos autores anteriores.

O caso 3, traz o sequestro de ideias. Este é aparentemente mais sutil. Acontece quando você não dá o devido crédito a quem primeiramente desenvolveu ou conceituou o termo ou ideia. Neste caso, mesmo que você adeque as palavras, a ideia por trás precisa de uma referência, caso não tenha sido você quem a criou.

Finalmente, o caso 4 fala de algo que às vezes parece ilógico, pois como eu poderia plagiar a mim mesmo? Mas sim, isso acontece. Você deve pensar que cada publicação é única, é um documento original. E ao escrever o que já foi publicado anteriormente, sendo você quem fez ou não, não é correto. O autoplagio, ou “reciclagem de textos”, pode induzir outras pessoas ao erro, levando-as a acreditar que estão lendo algo novo e original, quando na verdade se trata de uma mera repetição(3).

Já dá para ter uma boa noção, mas vamos discorrer sobre esses pontos. Nas minhas pesquisas, encontrei outro artigo com uma recomendação que me deu mais um incentivo para criar este e-book:

 Para finalizar essa discussão sobre tipos de plágio, quero trazer aqui a classificação bem-humorada da Turnitin. Neste folheto divulgado em 2017 (Figura1)(4) e, presa sumariza os tipos mais comuns de plágio, os classifica em grau de gravidade e aponta a frequência com que eles são detectados:

Entre as principais causas de plágio estão:

Fonte: ©Turnitin, 2017.

O objetivo deste e-book é capacitar você a reconhecer as situações mais comuns de plágio no meio acadêmico, oferecendo técnicas de prevenção antes mesmo de começar a escrever. Além disso, apresenta ferramentas e softwares baseados em inteligência artificial recomendados por artigos científicos para análise de plágio, caso seu trabalho já esteja concluído.

Não sei qual é a sua área específica – humanas, biológicas, linguísticas, exatas, etc. -, mas, se você está no processo de escrever ou corrigir textos, científicos ou não, este e-book é para você. Ele oferece uma revisão da literatura baseada nos artigos mais referenciados e atuais (atualizado em julho de 2025) e segue as diretrizes da COPE (Committee on Publication Ethics) sobre plágio.

BASEADO EM ARTIGOS CIENTÍFICOS!

Este é o único e-book totalmente atualizado, baseado em artigos científicos e revisado em julho de 2025, de acordo com as melhores práticas internacionais e utilizando ferramentas de IA com uma abordagem acadêmica para fortalecer a segurança na submissão e avaliação.

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Quem é Nathalia Cavichiolli?

Nathalia Cavichiolli é uma doutora que possúi dois pós-doutorados, é revisora de revistas científicas internacionais e mentora acadêmica. Tudo começou em 2009…

Ao longo de sua trajetória, Nathalia Cavichiolli testemunhou as dificuldades enfrentadas por alunos de graduação e pós-graduação devido à sobrecarga de informações e à falta de curadoria.

Essas experiências a motivaram a criar o E-Book Anti-Plágio na Escrita Acadêmica, projetado para suprir essa necessidade específica de encontrar conteúdo relevante em meio ao vasto mar de informações da internet.

Quando estava no último ano do ensino médio, Nathalia Cavichiolli decidiu despretensiosamente fazer o ENEM para ingressar em uma faculdade pública. Sem muitas influências, escolheu tentar vaga para bacharelado em biologia, que se tornou sua paixão, pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.

De lá para cá, passou pelo colégio militar e, em seguida, pela graduação na UFMS. Prosseguiu com o mestrado na USP/Esalq e, posteriormente, realizou um doutorado sanduíche pela USP/Esalq e pela Ohio State University.

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